Estão abertas candidaturas para mais uma edição do Bootcamp de Formação de Formadores em Ciência Aberta, uma iniciativa integrada no programa de formação de formadores do projeto Re.Data.


O Bootcamp destina-se a profissionais de apoio à investigação, bibliotecários, data stewards, gestores e comunicadores de ciência, investigadores e outros profissionais interessados em desenvolver ou dinamizar formação em Ciência Aberta nas suas instituições ou comunidades.


O programa abordará temas centrais da Ciência Aberta, como o Acesso Aberto, a gestão e abertura de dados de investigação, os Planos de Gestão de Dados, os requisitos de Ciência Aberta no Horizonte Europa, a comunicação de ciência e as ferramentas e os serviços de apoio à Ciência Aberta.

Formulário de candidatura: [LINK]


Datas importantes:

  • Candidaturas: 27 de maio a 12 de julho
  • Divulgação dos resultados: 20 de julho
  • Sessões online: 28 de setembro a 2 de outubro (09h00-13h00)
  • Sessão presencial: 6 de outubro (09h00-13h00) Universidade do Algarve

O Re.Data abriu candidaturas para a 3.ª edição do workshop “Fundamentos da Curadoria de Dados”, uma iniciativa que tem vindo a afirmar-se na formação de profissionais ligados à gestão de dados de investigação.

A nova edição surge na sequência do interesse e da adesão registados nas duas edições anteriores, reforçando o papel do projeto na consolidação de competências em curadoria em 2026.
Integrado no Programa de Especialização Profissional, este workshop insere-se numa estratégia mais ampla de capacitação para os desafios da ciência aberta, da organização da informação científica e da valorização dos dados ao longo do seu ciclo de vida.
A formação destina-se a profissionais que trabalham diretamente no apoio à investigação, documentação, repositórios e curadoria de dados, respondendo à necessidade crescente de reforçar práticas que promovam a qualidade, a interoperabilidade e a reutilização dos dados de investigação.


Saiba mais aqui [LINK]

Curadoria de dados: novos recursos Re.Data para reforçar a adoção dos princípios FAIR 

A curadoria de dados é uma componente essencial da gestão ativa dos dados de investigação. Ao assegurar que os dados são organizados, documentados, descritos e  preservados de forma adequada, o processo de curadoria contribui para aumentar a sua qualidade, facilitar a sua descoberta e potenciar a sua reutilização futura.

Neste contexto, o Re.Data disponibiliza um conjunto de recursos que visam apoiar investigadores, profissionais de apoio à investigação, gestores de repositórios, data stewards e curadores de dados na adoção de boas práticas de gestão e partilha de dados de investigação. 

Curadoria como base para dados FAIR 

A adoção dos princípios FAIR – Findable, Accessible, Interoperable e Reusable – depende, em grande medida, da qualidade do processo de curadoria de dados de investigação. A descrição adequada dos conjuntos de dados, a utilização de metadados consistentes, a documentação dos processos de recolha e tratamento da informação e a preservação a longo prazo são elementos fundamentais para garantir que os dados de investigação permaneçam acessíveis e reutilizáveis pela comunidade científica.  

A Campanha 

Ao longo desta semana, o Re.Data irá destacar diferentes ferramentas, recursos e soluções com o objetivo de facilitar a implementação de boas práticas de curadoria e adotar a aplicação dos princípios FAIR à gestão de dados de investigação: 

  • Guias e orientações sobre curadoria de dados e metadados; 
  • Boas práticas e casos de uso em gestão de dados de investigação; 
  • Recursos de apoio à aplicação dos princípios FAIR; 
  • Conteúdos formativos para curadores de dados, gestores de repositórios e profissionais de apoio à investigação; 
  • Materiais de referência produzidos pelo Re.Data. 

Acompanhe a campanha e descubra como a curadoria de dados pode contribuir para aumentar o valor, a visibilidade e a reutilização dos seus dados de investigação. 

Consulte todos os recursos disponíveis em https://redata.pt/curadoria/

O Re.Data anuncia a abertura de candidaturas para a 2.ª edição do Bootcamp de formação de Data Stewards, integrado no seu programa de formação, na vertente de especialização profissional.

Especialmente dirigido a profissionais de apoio à investigação e à gestão de dados, este bootcamp visa reforçar competências em curadoria, gestão e administração de dados, permitindo aos participantes terem contacto com atividades do foro mais prático.

A formação decorrerá em regime híbrido – online (2, 4, 6, 9, 11 e 13 de novembro, das 09h30 às 13h00) e presencial (18 de novembro, na Universidade da Beira Interior, Covilhã, das 10h00 às 17h00).

A sessão presencial antecede a realização da 13.ª edição do Fórum GDI, que terá lugar na Universidade da Beira Interior, nos dias 19 e 20 de novembro.

Formulário de candidatura: [AQUI].

Datas importantes:

Candidaturas: 17 junho a 14 de setembro

Notificações aos candidatos: 18 setembro

Programa final: 7 de outubro

A Rede Portuguesa de Data Stewards (RPDS), iniciativa integrada no Re.Data, acolhe um workshop dedicado ao desenvolvimento da metodologia de personas para data steward, organizado em colaboração com o Data Steward Careers Track Working Group da Research Data Alliance (RDA).

Este evento apresenta o conceito de personas aplicado à gestão de dados de investigação. Estes perfis semi-ficcionais procuram representar as motivações, necessidades e desafios mais comuns associados às funções de data steward, contribuindo para uma melhor compreensão destes perfis profissionais.

Através de atividades colaborativas, os participantes serão convidados a contribuir para a definição de personas que poderão apoiar instituições na descrição de funções, no desenvolvimento profissional, na estruturação de percursos formativos e na implementação de práticas de recursos humanos mais eficazes.

O workshop destina-se a profissionais envolvidos na gestão de dados de investigação ou com ligação direta a esta área.

A sessão será dinamizada por Liise Lehtsalu, da Research Data Alliance Association (RDA Europe), e terá lugar no dia 28 de maio, entre as 10h00 e as 12h00, em formato online e em língua inglesa.

A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, sendo o número de vagas limitado.

Inscrições disponíveis aqui [LINK]

O Re.Data esteve em destaque nas Jornadas FCCN 2026 com a apresentação do plano de atividades para 2026. Pedro Príncipe, coordenador do projeto pela Universidade do Minho, apresentou o trabalho em curso e as perspectivas de consolidação da Rede para o presente ano, destacando algumas das atividades em curso nos eixos de intervenção de políticas de GDI e curadoria de dados, e as ações previstas no programa de formação. 

A intervenção permitiu dar a conhecer à comunidade os principais resultados alcançados e as linhas de desenvolvimento previstas para 2026, que continuam a ser asseguradas por um consórcio composto por Universidade do Minho (líder do consórcio e coordenador), Universidade de Coimbra (co-coordenador), Instituto Politécnico de Bragança, ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa e Universidade Nova de Lisboa .

No plano está prevista a consolidação, atualização ou reforço de vários dos recursos ou ações dinamizadas em 2025, nomeadamente:
No âmbito das Políticas de Ciência Aberta e Gestão de Dados de Investigação destacaram-se o Quadro de Referência e Diretrizes para as Políticas de CA e GDI, para o qual será produzida uma síntese estratégica, e o Toolkit de recursos para a implementação de políticas que será atualizado, sendo que o grupo nacional de interesse especial (SIG Políticas) terá a sua continuidade garantida, reforçada com a disponibilização da ferramenta de monitorização para apoiar o alinhamento das políticas institucionais.

Na componente formativa, foi sublinhado o impacto do projeto Re.Data na comunidade, destacando o desenvolvimento do hub de competências – Re.Data CompHUB, o programa de especialização profissional, o programa de formação de formadores, e a evolução da Rede Portuguesa de Data Stewards. No domínio da especialização profissional destacaram-se os dois workshops de “Fundamentos da Curadoria de Dados” previstos para julho e Outubro, e a dinamização do 2º Bootcamp de Data Stewards no mês de novembro.

No campo da curadoria apresentaram-se alguns recursos basilares: as Diretrizes para a curadoria de metadados em repositórios, que serão enriquecidas com um guia do uso de Inteligência Artificial, o Catálogo de referência de serviços e ferramentas e o Quadro para melhorar a aplicação dos princípios FAIR, que serão enriquecidos com novos conteúdos. Houve lugar ainda para apresentar as funcionalidades da plataforma de apoio à comunidade e serviço helpdesk, com Gestão de Tickets de Suporte e uma base de conhecimento com integração de IA, concretizado num chatbot e prevendo-se a disponibilização pública de um agente na IAedu da FCT.

A presença nas Jornadas FCCN 2026 permitiu mostrar uma visão integrada do projeto e a sua relevância para o ecossistema nacional de gestão de dados de investigação, demonstrando as oportunidades e mais valias proporcionadas à comunidade: acesso a formação especializada e recursos de aprendizagem​,  integração numa comunidade nacional de prática​,  utilização de ferramentas, guias e recursos de dados FAIR​, serviços de suporte contínuo​, apoio à implementação de políticas institucionais​, acesso a casos de uso e boas práticas​.

O plano de trabalhos está distribuído em três linhas de ação principais: i) Políticas e estratégias de Ciência Aberta e Gestão de dados de Investigação; ii: Formação, competências e Hub de capacitação; iii) Suporte à curadoria e publicação de dados. Estas linhas são complementadas com uma área transversal de Exploração da utilização de dados FAIR por cidadãos e empresas e IA em inovação. Estas linhas de ação são coordenadas por uma equipa que proporcionará uma estrutura de gestão eficaz e processos para o acompanhamento contínuo das tarefas, e apoiadas por um serviço de comunicação e disseminação, que atua como o ramo de comunicação e gestão de eventos do projeto e da Rede.

O Re.Data reafirma-se como uma iniciativa orientada para a capacitação, a colaboração e a melhoria contínua das práticas de dados abertos e FAIR em Portugal.

A presente sondagem foi enviada à Rede Portuguesa de Data Stewards (RPDS) no dia 03 de março de 2026, tendo sido reforçada com um lembrete a 04 de março de 2026.

O objetivo foi identificar áreas prioritárias de interesse e atuação no âmbito da gestão de dados de investigação.

Caracterização das respostas

  • Total de respostas recebidas: 80
  • Respostas excluídas: 4 (por inconsistência ou invalidação)
  • Total de temas identificados: 81
  • Nota metodológica: algumas respostas incluíram múltiplos temas, tendo sido desdobradas para melhor análise.

Distribuição dos temas identificados

A análise realizada evidencia que os dois temas mais destacados correspondem às principais preocupações da comunidade: o tratamento de dados sensíveis e os planos de gestão de dados.

Adicionalmente, foram identificados temas de elevada relevância, nomeadamente, a inteligência artificial e o papel dos data stewards, em particular no que diz respeito às suas competências e desenvolvimento profissional.

Num nível intermédio, surgem tópicos como a curadoria de dados, os repositórios e os incentivos, métricas e requisitos de financiadores.

Assim, podemos destacar as seguintes conclusões:

  • A sensibilidade dos dados assume um papel central, evidenciando preocupações éticas, legais e operacionais.
  • Existe uma forte preocupação com a estruturação da gestão de dados, particularmente através de planos formais.
  • Verifica-se um interesse crescente na inteligência artificial e na profissionalização dos data stewards.
  • Algumas áreas críticas, como a segurança e serviços, poderão estar sub-representadas, sugerindo oportunidades para futura sensibilização.

Priority areas of interest and activity within RDM: survey

This survey was sent to the Portuguese Network of Data Stewards (RPDS) on 3 March 2026 and was followed up with a reminder on 4 March 2026.

The aim was to identify priority areas of interest and activity within the field of research data management.

Overview of responses

  • Total responses received: 80
  • Responses excluded: 4 (due to inconsistency or invalidation)
  • Total topics identified: 81
  • Methodological note: some responses included multiple topics and were therefore split to allow for more accurate analysis.

Distribution of identified topics

The analysis shows that the two most prominent topics reflect the main concerns of the community: handling sensitive data and data management plans.

In addition, the following highly relevant topics were identified: artificial intelligence and the role of data stewards, particularly with regard to their skills and professional development.

At an intermediate level, topics such as data curation, repositories, and incentives, metrics and funder requirements emerged.

Accordingly, the following conclusions can be drawn:

  • The sensitivity of data plays a central role, raising ethical, legal and operational concerns.
  • There is a strong focus on the structuring of data management, particularly through formal plans.
  • There is a growing interest in artificial intelligence and the professionalisation of data stewards.
  • Some critical areas, such as security and services, may be underrepresented, suggesting opportunities for raising awareness in the future.

A Rede Portuguesa de Data Stewards (RPDS) uma iniciativa do projeto Re.Data, promoveu uma sessão dedicada aos cadernos electrónicos de laboratório – Electronic Laboratory Notebooks (ELNs), confirmando o avanço de uma comunidade nacional articulada em torno destes instrumentos digitais de registo de investigação. 

Em foco estiveram as iniciativas em curso em Portugal, com a apresentação da  comunidade eLabFTW Portugal por Maria Paola Tomasino (CIIMAR, Universidade do Porto), da página de Instâncias de ELN em Portugal, por Pedro Príncipe, e as atividades nacionais em desenvolvimento do Grupo de Trabalho em Formação e Competências para a Gestão de Dados FAIR apresentadas por André Vieira (Universidade do Minho).

A sessão contou com uma perspetiva internacional, na voz da investigadora Samantha Pearman‑Kanza (University of Southampton), com uma apresentação intitulada “One Does Not Simply ‘Adopt’ an ELN”. 

A investigadora, com vasta experiência em ELNs, no registo de processos, dados FAIR e tecnologias semânticas, sublinhou o facto da implementação de um ELN ir muito além da aquisição de licenças, pois exige tempo, planeamento e uma forte aposta na adesão e capacitação dos utilizadores . Na sua apresentação, explorou estratégias práticas para envolver as equipas, garantir formação contínua e apoiar o uso quotidiano dos sistemas, de forma a que o ELN se torne uma parte integrante e útil da prática laboratorial .

O contributo de Samantha Pearman‑Kanza sobre a adoção de ELNs é particularmente relevante num momento em que as instituições e equipas nacionais começam a consolidar práticas e a trocar experiências de implementação.

Estas iniciativas, que se irão repetir ao longo deste ano, mostram como o ecossistema português está a estruturar redes, recursos e formação específica para apoiar a adoção sustentada de cadernos electrónicos de laboratório.

This session will focus on Electronic Laboratory Notebooks (ELNs), highlighting national initiatives: active working group/ community-building effort in this area and international perspectives on adopting ELNs in research environments.

Agenda

  • Opening & Welcome – Portuguese Data Stewards Network (RPDS)
  • Ongoing National Activities on Electronic Laboratory Notebooks
    -Working Group on Training and Skills for FAIR Data Management (André Viera – University of Minho);
    eLabFTW Portugal Community (Maria Paola Tomasino – CIIMAR. UP)
  • International Prospective: “One Does Not Simply ‘Adopt’ an ELN” (Samantha Pearman-Kanza – University of Southampton)
  • Discussion & Q&A
  • Closing Remarks

One Does Not Simply ‘Adopt’ an ELN. Abstract :
Implementing Electronic Lab Notebooks (ELNs) is a complex and time‑intensive process that involves far more considerations than simply purchasing licenses. One of the most frequently overlooked components of this process is user adoption. Even the most advanced and well‑configured ELN will fail to deliver value if users are not effectively engaged, trained, and supported throughout the implementation and beyond. This talk will explore key considerations and practical strategies for fostering successful user adoption of ELNs, ensuring that the system becomes an integrated and beneficial part of laboratory practice.

Dr Samantha Pearman-Kanza (University of Southampton) -Short Bio:
Dr. Samantha Pearman-Kanza is a Principal Enterprise Fellow at the University of Southampton, the Principal Investigator for the Careers and Skills for Data-driven Research Network (CaSDaR), , the Pathfinder Lead on Process Recording for the Physical Sciences Data Infrastructure (PSDI) Initiative – www.psdi.ac.uk, and a researcher for the AI in Chemistry Hub (AIChemy – www.aichemy.ac.uk).  Samantha sits on the Advisory Boards for the Future Labs Live (Basel) and London Labs Live (UK) Conferences, the Machines Learning Chemistry Project (University of Nottingham), the STEP-UP project (Imperial College London), and the Knowledger Project (University of North Florida), and the UK electronic information Group (UKeiG) STRIX Committee.  She is also the Faculty Deputy Chair of the Ethics Committee and sit on the Steering Committee for our brilliant Chemistry and Chemical Engineering Enterprise Solutions.  Samantha’s key research areas are ELNs, process recording, FAIR data, data stewardship and research data management, and semantic web technologies.

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Microsoft Teams meeting

Join: https://teams.microsoft.com/meet/35085486526036?p=eBmO29zA3SmQ4Xx03m

Meeting ID: 350 854 865 260 36

Passcode: rf6oU95b

*A notícia está acessível neste endereço: https://datastewards.ie/tg7-newsletter/*

As redes europeias de data stewards estão a consolidar-se como estruturas essenciais para apoiar a gestão de dados de investigação num ecossistema científico cada vez mais orientado para os princípios FAIR e para a Ciência Aberta. Em vários países, estas redes assumem um papel estratégico na capacitação de profissionais, no desenvolvimento de políticas e na criação de infraestruturas de suporte. Entre estas iniciativas, a Rede Portuguesa de Data Stewards  tem-se afirmado como um exemplo particularmente dinâmico e em rápido desenvolvimento, recebendo crescente visibilidade em eventos e relatórios internacionais.

🌍 Um movimento europeu em expansão

A criação de redes nacionais de data stewards tem sido impulsionada por iniciativas europeias ligadas à Ciência Aberta, com destaque para projetos como o EOSC Focus e grupos especializados como o Professionalising Data Stewardship Interest Group da Research Data Alliance. Este grupo coordena várias task groups dedicadas a temas fundamentais, incluindo perfis profissionais, carreiras, formação, certificação e redes de conhecimento como a TG7, centrada precisamente em networking e troca de experiências entre data stewards a nível internacional. 

Em paralelo, países como a Irlanda têm investido na criação de redes formais, como a Sonraí – Irish Data Stewardship Network, estabelecida com financiamento nacional e cujo objetivo é consolidar competências e desenvolver o ecossistema FAIR de forma sustentável. 

Estas iniciativas mostram que a profissionalização da gestão de dados deixou de ser um tema emergente para se tornar uma prioridade estrutural no panorama europeu de investigação.

Portugal assume destaque crescente na área

A Rede Portuguesa de Data Stewards tem vindo a destacar-se pela sua organização, visibilidade e capacidade de mobilização da comunidade nacional. Formalizada no contexto das atividades Re.Data, a rede integra profissionais de diversas instituições e tem ganho relevância através de apresentações em eventos europeus e da produção de documentos estruturantes. 

🤝 Cooperação entre redes: o valor da internacionalização

A ligação entre redes nacionais é promovida, entre outros espaços, pela TG7 do grupo da RDA, que atua como ponto de encontro para comunidades internacionais de data stewards

A partilha de práticas, o desenvolvimento de materiais comuns e o reconhecimento mútuo de competências têm permitido fortalecer a identidade profissional dos data stewards e acelerar a adoção de práticas FAIR.

Nesse contexto, a atuação portuguesa tem sido reconhecida, integrando discussões, contribuindo para relatórios, exemplos abaixo, e acolhendo iniciativas de disseminação que elevam o perfil da rede a nível europeu.

Sharma, C. J. M., Holmstrand, K. F., Rauste, P., Ekman, O., Rebernig-Hedman, C. A., Fogtmann-Schulz, A., Drachen, T. M., Vlachos, E., CALDONI, G., Boavida, C. P., Eerland, A., Brinkman, L., Pasquale, V., Osmenaj, E., Rainer, H., Ritschard, E., & Kiesel, M. (2025). M6.2 New Professional Networks.

Zenodo. https://doi.org/10.5281/zenodo.16535740

Sanchez Solis, B., Galica, N., Pazik-Aybar, A., & Vins, D. (2025). Open Science Guide: RDM & FAIR Training Framework for RPOs.

Zenodo. https://doi.org/10.5281/zenodo.15124383

A Rede Portuguesa Da Data Stewards continua a crescer, contando já com 107 membros em todo o país, e destacou-se em 2025 com a realização de um workshop nacional sobre ELNs, um inquérito nacional aos profissionais de apoio à gestão de dados e a apresentação pública de um perfil emergente de competências para data stewards. 

Para 2026, estão previstas cinco sessões temáticas, incluindo um evento pré‑Fórum GDI, sendo que a próxima, em março, será dedicada aos electronic laboratory notebooks.